IX Encontro Internacional Saber Urbano e Linguagem: escrituras da cidade

06 a 08 de março de 2018
Labeurb-Unicamp
3ª Circular

Campinas, 06 de fevereiro de 2018.

Prezados Colegas,

O Laboratório de Estudos Urbanos tem o prazer de divulgar o lançamento oficial do logotipo do evento, assim como as informações sobre a programação dos simpósios e a alteração da programação da sessão de pôsteres, para os dias 06 e 07 de março, devido ao grande número de inscritos. O modelo para confecção dos pôsteres já está disponível.

Informamos, ainda, que as inscrições para ouvintes e para participação nas oficinas desse evento continuam abertas. As oficinas e as mesas-redondas com os convidados internacionais contarão com tradução.

Programação dos Simpósios e Pôsteres: clique aqui

Cordialmente,
Comissão Organizadora

O Encontro Internacional Saber Urbano e Linguagem, promovido pelo Laboratório de Estudos Urbanos, da Universidade Estadual de Campinas, desde o ano de 1999, tem por finalidade promover, na relação entre comunidade acadêmica e sociedade, um fórum de debate internacional em torno da problemática e dos desafios atuais da cidade. Nesta nona edição, desejamos produzir um evento científico voltado a pensar “as escrituras da cidade”. A cidade, estudada na perspectiva das Ciências da Linguagem, particularmente na Análise de Discurso, é uma produção material de um “saber fazer” com a letra, com o cálculo. Uma escritura é, portanto, o locus simbólico e político dos processos de significação. Ou seja, a cidade é da ordem de como um nome acontece, é formulado, se escreve e é escrito e de como circula ao se historicizar no mundo. Com o IX Encontro Internacional Saber Urbano e Linguagem: “escrituras da cidade”, propomos uma reunião internacional, com conferências, mesas-redondas, oficinas, simpósios temáticos e pôsteres voltados para a problemáticas e desafios atuais da escritura, para refletir um acontecimento de nosso tempo que é a cidade. A partir de três eixos temáticos, ou seja, o laço social, o capitalismo e o digital queremos pensar como a maquinaria de linguagem – com a letra e o traço, em discursos – fabrica a cidade e inscreve os sujeitos e os sentidos no mundo.

Escrituras da cidade

Da letra. dis-curso. A escritura inventa a cidade. Cidade grafada. Foto-grafada. A cidade inscreve o sujeito. O sujeito escreve a cidade. Códigos. Linhas. Escritura sem palavras. Traço. Elemento gráfico inadequado. Grafos. Ordem das formas e dos lugares. Projeção dos traços e dos destroços da língua. Implosão de uma suposta totalidade. A escritura produz uma cidade (dentre outras). A escritura é o gesto que faz a cidade acontecer. Acontecimento do traçado urbano. Gravura. Curvatura. Na escritura, na força da inscrição, no espaço da letra, a cidade acontece.

Como interrogar as escrituras da cidade? Essa é a questão que nos motiva a nos reunir no IX Encontro Internacional Saber Urbano e Linguagem. Propomos como lugar de reflexão a ressonância, a escuta dos escritos. Mas também a escrita de outros escritos. De fato, a abertura para a presença da letra, do traço que produz a cidade como um objeto não estabilizado. As escrituras claras e desprovidas de ambiguidade parecem contornar e fabricar a cidade. Mas ela se contorce. Torce a letra no dorso do muro. No código que fixa, ordena, modela formas, lugares e práticas a cidade é escritura muda, letra morta sob o concreto. Agoniza. Queremos pensar nos desvios da letra, nos desvãos da estrutura, naquilo que fura uma morfologia da cidade. A cidade é uma escritura não transcritiva. É no ato de escrever que a cidade acontece, porque a escritura inscreve o sujeito na prática material do traço mudando o curso dos sentidos.

Chamada de trabalhos para os simpósios e pôsteres


Além das conferências, mesas-redondas e oficinas, esse encontro deseja promover um amplo debate em três simpósios temáticos, abertos para submissão de trabalhos. São eles:

Laços sociais

A escritura dos vínculos: na linguagem, no meio da multidão, fragmentos de sons, letras, sílabas, luzes e cores, o burburinho da língua destroçada, daquilo que é da ordem da cidade, percursos e dis-cursos. Os hiatos contemporâneos. In-segurança. Sujeito e cidade no entre-laço. Rua.

Capitalismo

Palavra banalizada. Podemos nós libertar a letra e fazer da palavra mal-dita outras combinações? Outras rimas e valores entre sujeito e economia? A linguagem e suas categorias: elite, proletário, trabalhador, sindicato, igualdade, riqueza, pobreza, periferia. Outras linhas. Outros trajetos.

Digital

A escritura forjada dos gadgets. Um novo traço: conexão, desconexão, link, redes. Telas. Bifurcações imediatas de palavras automáticas. On-line: fora da linha. Vi-deo. Tecla, cola, clica, curte, cala. Copyright-left é free. Software livre, palavra do povo, é o traço algorítmico. Há uma linha divisória da internet proibida, o submundo da escritura de dados.

Apresentação de pôster:
Os trabalhos devem estar em sintonia com o tema geral do evento e/ou em um de seus três eixos temáticos.

Inscrições Gratuitas.

Local: Labeurb – Universidade Estadual de Campinas
06, 07 e 08 de março de 2018

06/03/2018 07/03/2018 08/03/2018
MANHÃ
8h30 às 12h30
Mesa de Abertura / Manifestos
MANHÃ
8h00 às 10h00
MANHÃ
8h00 às 10h00
Marcos Barbai
Cristiane Dias
Simpósios Simpósios
Conferência de Abertura 10h00 às 12h00 10h15 às 12h30
Eni Orlandi - Labeurb Simpósios Mesa-redonda 2
Escrituras do Capitalismo
David Bernard – Rennes 2
Eduardo Guimarães – Labeurb
Pedro de Souza – UFSC
Rudolf Mahrer –Unil
TARDE
14h00 às 17h00
TARDE
14h00 às 17h30
TARDE
14h30 às 17h30
Oficinas
Marie-Anne Paveau – Paris 13
Rudolf Mahrer – Unil
David Bernard – Rennes 2

Mesa-redonda 1
Escrituras do digital
Marie-Anne Paveu-Paris 13
Claudia Reis (IF/Araraquara)
Paula Chiaretti – Univás
Marko Monteiro-IG/Unicamp

Conferência de encerramento
Paula Sibilia - UFF
17h00 às 18h00 - Pôsteres 17h30 às 18h30 - Pôsteres Encerramento
     

 

 

 

Modalidade de participação

Simpósio Temático

1 – Cada proponente deverá se inscrever em um dos três simpósios temáticos do evento: laço social, capitalismo e digital

2 – O trabalho proposto deve estar em sintonia com a ementa do simpósio

3- Cada simpósio temático reunirá 03 (três) proponentes e (01) um coordenador/debatedor a ser indicado pela comissão científica.

4 - Cabe à comissão científica do evento encaminhar o resultado da avaliação aos proponentes.

5 - Os resumos apresentados deverão conter título, de 2500 a 3000 caracteres, com a indicação de 05 palavras-chave.

6 - O trabalho inscrito em simpósio pode ser submetido em co-autoria, podendo o co-autor não ser doutor. Nesse caso, só o autor com título de doutor será responsável pela apresentação. Em caso de autor e co-autor terem o título de doutor, apenas um dos dois poderá apresentar.

- Clique aqui para a programação e maiores informações

 

 

Apresentação de Pôster

 

 

1 - A submissão de pôster destina-se à apresentação de pesquisas de alunos de pós-graduação das distintas áreas dos estudos linguísticos e interdisciplinares. Os trabalhos devem estar em sintonia com o tema geral do evento e/ou em um de seus eixos temáticos.

2 - As dimensões do pôster devem ser as seguintes:

     - O título do trabalho deve ser idêntico ao título do resumo no momento da inscrição.

    - O resumo submetido deve ter entre 700 e 1000 caracteres, com três palavras-chaves. No resumo deve constar os objetivos do trabalho, indicação da fundamentação teórica e metodológica e discussão dos resultados. Além disso, constar o nome do orientador e da agência de pesquisa que financie o trabalho, quando for o caso.

     - É obrigatória a presença do autor no horário estabelecido. Haverá debatedores dos trabalhos, compostos por professores doutores. É vedada a apresentação do pôster por terceiros.

- Clique aqui para a programação e maiores informações

 

 

Três critérios norteiam a seleção dos trabalhos:

 

 

- ser professor e/ou pesquisador com doutorado, para apresentação nos simpósios;

- ter pesquisa em andamento ou concluída em curso de mestrado e/ou doutorado, para apresentação de pôsteres;

- o resumo encaminhado à comissão científica estar de acordo com os eixos temáticos do evento.

Os simpósios temáticos reunirão 04 pessoas: um coordenador, responsável pelo debate efetivo dos trabalhos e três expositores. A sessão de pôsteres contará com a presença de debatedores dos trabalhos dos expositores. Os inscritos no IX EIS poderão apresentar, no máximo, dois trabalhos – um como autor (em simpósios) e outro como coautor, na apresentação de pôster.

A inscrição de cada participante no IX EIS será tratada individualmente através da plataforma digital do Labeurb. Cada participante poderá acompanhar o status de sua inscrição, gratuita, individualmente, na área do site, com seu login e senha.

Organização Geral

Marcos Barbai e Cristiane Dias

Presidência de honra: Eduardo Guimarães

 

Comissão Científica

Carolina Rodríguez

Cristiane Dias

Claudia Pfeiffer

Eduardo Guimarães

Eni Orlandi

Greciely Cristina da Costa

José Horta Nunes

Marcos Barbai

 

Comissão de apoio técnico

Carlos Bueno

Carmen Palma

Fábio Bastos

Jorge Abrão

Kelma David

 

Comissão de apoio acadêmico

Adriana Roma - Iel/Labjor

Adriana Menezes - Iel/Labjor

André Coelho - IEL

Cida Grecco – IEL

Dayane Machado - Iel/Labjor

Guilherme Ferragut - Iel/Labjor

Kyene Becker da Silva - Iel/Labjor

Minéya Gimenez Fantin – Iel/Labjor

Vinicíus Brito - Iel/Labjor

 

APOIO

CNPq

DAVID BERNARD
Rennes 2 

Atelier scientifique 

Ecritures de la jeunesse – Escrituras da juventude 

Nous voudrions ici proposer un abord psychanalytique de la jeunesse, et de ses rapports avec le discours capitaliste. Pour dégager la structure de ce moment dit de la jeunesse, nous nous appuierons sur l'oeuvre du psychanalyste Jacques Lacan. Il y a eu en effet plusieurs grands dialogues de Lacan avec la jeunesse de son époque. Encore que, il faudrait plutôt dire une jeunesse, voire des jeunes, au un par un. Jusqu'à un certain point, nous pourrions même nous demander si tout son enseignement, allant de son retour à Freud jusqu'à son invention de la procédure de la passe, n'était pas adressé d'abord à cette jeunesse, soucieux qu'il était de l'avenir de la psychanalyse. C'est à dire, qu'il puisse continuer d'exister non pas des psychanalystes, mais du psychanalyste. 

Nous nous proposons alors de relever plusieurs scansions importantes de ce dialogue, non pour en faire l'histoire, mais pour isoler ce que cela nous enseigne, aujourd'hui encore, sur la jeunesse et notre modernité. Ainsi, nous nous arrêterons tout d'abord sur les commentaires que Lacan fit des évènements en France de 1968, et questionnerons la raison précise pour laquelle il rebaptisa ces évènements "L'émoi de Mai1". Nous nous arrêterons également sur son texte Télévision, qui constitue aussi une réponse de Lacan à la jeunesse de son époque, laquelle le pressait alors de répondre à la question: quoi espérer?  

A partir de ces différentes références, nous questionnerons ce qui structuralement, au moment de la jeunesse, ne cesse pas de s'écrire ou de ne pas s'écrire (parfois sur les murs) concernant la jouissance, et ce qu'y change, ou pas, le discours capitaliste. Enfin, nous étudierons aussi pourquoi Lacan proposa le discours de la psychanalyse comme sortie possible du discours capitaliste. 

 

MARIE-ANNE PAVEAU
Université Paris 13  

Atelier scientifique

Écritures numériques, écritures urbaines – Escrituras digitais, escrituras urbanas

L’atelier proposera deux activités :

1. Une phase documentaire qui portera sur le corpus des travaux existants en écritures urbaines francophones, en particulier la sociolinguistique urbaine de Louis-Jean Calvet et Thierry Bulot et les travaux sur les écritures dans la ville autour de Béatrice Fraenkel dans la perspective de l’anthropologie linguistique.

2. Une phase pratique et méthodologique qui portera sur les méthodes de recueil et d’analyse de corpus d’écritures et de discours urbains prénumériques, numériques et mixtes, dans la perspective de l’analyse du discours.

 

RUDOLF MAHRER
Université de Lausanne

Atelier scientifique 

Vers une genèse des discours oraux – Para uma gênese dos discursos orais

« Le Neutre », Roland Barthes, Collège de France (1978-1979)

 La critique génétique étudie, depuis les années 1970, les processus de la création écrite. Mais peut-on élargir le champ génétique à l’étude des discours oraux ? Oui, si ceux-ci ont laissé une trace écrite. C’est régulièrement le cas des plaidoiries, des journaux télévisés, des allocutions officielles ou encore des cours et conférences. Avec l’équipe « Manuscrits – Linguistique – Cognition » de l’Institut des textes et manuscrits modernes (Paris, ENS/CNRS), nous nous sommes essayés à cette démarche originale en comparant, d’une part, les notes que Roland Barthes avait sous les yeux au moment de donner son cours consacré au « Neutre » et, d’autre part, l’enregistrement du cours lui-même, donné au Collège de France.

Deux ordres d’interrogation se forment autour de ce corpus entre oral et écrit. Comment écrit-on lorsqu’on écrit pour parler ? Comment parle-t-on lorsqu’on a préparé sa parole par écrit ? Ce sont des éléments de réponse de cette recherche encore en cours que je propose de soumettre à la discussion.

D’abord, je ferai état de la méthodologie adoptée, qui consiste à comparer systématiquement l’écrit des notes avec la transcription de l’oral du cours ; l’opération est réalisée à l’aide du logiciel Praat. L’alignement des deux textes (oral et écrit) nous permet de distinguer des séquences « lues » par Barthes, des séquences « transformées » et des séquences « improvisées ». A partir de là, on peut interroger par exemple les différences (prosodiques, morphosyntaxiques, énonciatives ou textuelles) entre les séquences où l’enseignant lit et celles où il improvise.

Ce corpus, entre oralité et écriture, soulève une question fondamentalement génétique sur laquelle j’aimerais me concentrer pour conclure : le discours oral lui-même (et non les traces écrites de sa préparation) donne-t-il à voir quelque chose de la dynamique de son élaboration ? Jusqu’où peut-on rapprocher, autrement dit, ce que les généticiens appellent réécriture ou rature et ce que les spécialistes de l’oral nomment disfluences (ces « accidents » de l’énonciation orale tels que bégaiements, hésitations, répétitions, abandons, etc.). Rature et disfluence comportent des procédures visant à invalider du déjà-dit et donc du sujet. Mais à l’oral, la procédure d’invalidation participe elle-même de l’énonciation et produit ainsi du sujet… 

1 Lacan J. « Discours de conclusion au Congrès de l’École Freudienne de Paris sur La technique psychanalytique », Lettres de l’École freudienne, n° 9, 1972, p. 512.

Eni Puccinelli Orlandi - Pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos - Nudecri/Unicamp, professora e coordenadora do Programa de Pós Graduação em Ciências da Linguagem da Universidade do Vale do Sapucaí e professora colaboradora do IEL da Universidade Estadual de Campinas.  É autora de livros como: As formas do silêncio (1992, reeditado em 2015, vencedor do prêmio Jabuti), Discurso em Análise (2012), Eu, tu, ele (2017). É pesquisadora 1A do CNPq. -
Marie-Anne Paveau - Professora de Ciências da Linguagem da Universidade de Paris 13 Sorbonne Paris Cité. Faz parte da equipe do Laboratório Pléiade. Suas pesquisas abordam a teoria do discurso com uma dimensão filosófica e cognitivo. É autora de livros como: Os Prediscursos. Sentido, Memória, Cognição (2006, tradução brasileira 2013), Linguagem e Moral (2013, tradução brasileira 2015), Le discours pornographique (2014), L’analyse du discours numérique (2017).
Eduardo Guimarães - Pesquisador e coordenador do Laboratório de Estudos Urbanos – Nudecri/Unicamp, professor titular do IEL da Universidade Estadual de Campinas. É autor de livros como: Análise de Texto. Procedimentos, análises, ensino (2012), Os Limites do Sentido (2010), História e Sentido na Linguagem (2008). É pesquisador 1B do CNPq.
Rudolf Mahrer - Professor da Faculdade de Letras, da Universidade de Lausanne, Suíça. Coordena, na equipe “Linguística, Instituto dos textos e manuscritos modernos” do ITEM/ENS/CNRS Paris, a linha “Manuscrito, linguística e cognição”. Suas pesquisas abordam as questões do oral versus escrito, a escritura, a fonografia e a metalinguagem. É autor do livro: Phonographie. La représentation écrite de l'oral en français, Berlin, De Gruyter (2017).
David Bernard - Professor de Psicopatologia da Universidade de Rennes 2 e membro do laboratório “Pesquisas em psicopatologia: novos sintomas e laço social”. Suas pesquisas abordam as questões dos afetos e linguagem, adolescência e juventude, clínica e lógica da sexuação, laço social e capitalismo. É AME da Escola de Psicanálise do Fórum do Campo Lacaniano. É autor do livro: Lacan et la honte. Paris. Éd. du Champ Lacanien (2011).
Pedro de Souza - Professor titular da Universidade Federal de Santa Catarina. No campo das Ciências da Linguagem dedica-se a estudar as questões do discurso, da enunciação e da subjetividade seguindo a perspectiva de Michel Foucault. É autor de livros como: Confidências da carne (1997), Michel Foucault o trajeto da voz na ordem do discurso (2009). É pesquisador nível 2 do CNPq.
Paula Sibilia - É professora do PPG em Comunicação e do Departamento de Estudos Culturais e Mídia da Universidade Federal Fluminense (UFF). Pesquisadora bolsista do CNPq, é autora dos livros O homem pós-orgânico (2002, reeditado em 2015), O show do eu: A intimidade como espetáculo (2008, reeditado em 2016) e Redes ou paredes: A escola em tempos de dispersão (2012). É mestre em Comunicação (UFF), doutora em Comunicação e Cultura (UFRJ) e em Saúde Coletiva (UERJ), com pós-doutorado na Université Paris VIII.
Paula Chiaretti - É professora da Universidade do Vale do Sapucaí – Pouso Alegre-MG. Atua nos campos da Psicanálise e da Análise de Discurso, buscando compreender a relação entre sujeito, sociedade e discurso.
Marko Monteiro - É antropólogo e cursou o Doutorado em Ciências Sociais pela UNICAMP (2005). Atualmente é professor no Departamento de Política Científica e Tecnológica da UNICAMP e líder do Grupo de Estudos Interdisciplinares em Ciência e Tecnologia (GEICT). Publicou os livros Tenham Piedade dos Homens! Masculinidades em Mudança (Juiz de Fora: FEME, 2000) e Os dilemas do humano: reinventando o corpo numa era (bio)tecnológica (São Paulo: Annablume, 2012), além de diversos artigos, capítulos e coletâneas.
Claudia Reis - Professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – campus de Araraquara. Possui experiência em Linguística, com ênfase em Semântica Histórica da Enunciação e Semântica do Acontecimento. -